Ao longo de meus anos de estudo e convivência com vários tipos de pessoas, já deparei muitas vezes com duas perguntas recorrentes e que merecem um esclarecimento taxativo. Estas perguntas são:
* Negro pode ser maçom?
* Evangélico pode ser maçom?
A resposta é absolutamente simples: SIM! Não há impedimento de espécie alguma que esteja ligado à raça, etnia ou credo. Ao julgar se um candidato é apto para ingressar na Maçonaria, as duas perguntas fundamentais (não as únicas) são: Ele é um homem livre? e Ele é um homem de bons costumes? Ninguém perguntará, com a intenção ou possibilidade de impugnar um candidato, qual é a cor de sua pele ou qual igreja ele frequenta.
20 de novembro de 2014
24 de outubro de 2014
Significado de Abrahadabra ou Abracadabra
Saudações Crianças da Noite!
Mais uma palavra me veio à mente ontem depois de pesquisar sobre “ra-tim-bum”… O que significaria Abrahadrabra, ou como os mágicos dizem: ABRACADABRA? Essa palavra, lembro me de ter visto em alguns textos que li sobre Aleister Crowley…
Bom, mais uma vez fui pesquisar à repeito e trago à vocês algumas coisas interessantes encontradas.
ABRA HAD ABRA – a palavra do Æon de Hórus, emitida por Crowley durante o Grau de Magus. Soma 418, sendo a fórmula da Grande Obra. A palavra foi confirmada a Crowley, durante a Visão e a Voz, no Æthyr 27. O Anjo do Æthyr disse: “A palavra do Æon é MAKHASHANAH”. Crowley não acreditou, pois sabia que a palavra era “ABRAHADABRA”.Recorrendo a Cabala, descobriu que a gematria resultava em 418. O aparente erro foi uma prova de que o Anjo estava certo.
Corvos da Dispersão
Traduzido do texto original "Ravens of Dispersion" por Robert Pereira
Extraído de "Visions of The Nightside", Black Tower Publishing, 2013
A'arab Zaraq, ou "Corvos da Dispersão", é a última Qlipha no plano astral da Árvore Cabalística. Se seguirmos a teoria de que as Qlipoth são as forças opostas às Sephiroth e cada Qlipha na Árvore Sombria é uma antítese da Séfira correspondente na Árvore da Vida, devemos primeiro dar uma olhada em A'arab Zaraq com relação à Séfira Netzach, "Vitória". As forças de Netzach são conectadas com a influência planetária de Vênus e representam emoções e paixões, Desejo como uma força motriz que supera os obstáculos no caminho da Ascensão e inspira o adepto ao avanço, para buscar iluminação espiritual. Esta é a energia bruta que precisa ser equilibrada, e este equilíbrio é encontrado na Séfira Hod, que representa intelecto, pensamento racional e auto controle. No Lado Sombrio da Árvore, estas forças existem em sua forma pura, primitiva, desequilibrada e desenfreada. No plano físico elas se manifestam como ganância, ciúmes, atitudes possessivas, paixões desenfreadas e luxúria descontrolada - a negatividade de Netzach, o lado sombrio de Vênus.
Extraído de "Visions of The Nightside", Black Tower Publishing, 2013
A'arab Zaraq, ou "Corvos da Dispersão", é a última Qlipha no plano astral da Árvore Cabalística. Se seguirmos a teoria de que as Qlipoth são as forças opostas às Sephiroth e cada Qlipha na Árvore Sombria é uma antítese da Séfira correspondente na Árvore da Vida, devemos primeiro dar uma olhada em A'arab Zaraq com relação à Séfira Netzach, "Vitória". As forças de Netzach são conectadas com a influência planetária de Vênus e representam emoções e paixões, Desejo como uma força motriz que supera os obstáculos no caminho da Ascensão e inspira o adepto ao avanço, para buscar iluminação espiritual. Esta é a energia bruta que precisa ser equilibrada, e este equilíbrio é encontrado na Séfira Hod, que representa intelecto, pensamento racional e auto controle. No Lado Sombrio da Árvore, estas forças existem em sua forma pura, primitiva, desequilibrada e desenfreada. No plano físico elas se manifestam como ganância, ciúmes, atitudes possessivas, paixões desenfreadas e luxúria descontrolada - a negatividade de Netzach, o lado sombrio de Vênus.
A Doma do Elefante
Texto Por: Alejandro Jodorowsky
Tradução: Jimmy Jacques
Na Antiga China, o Ego (ou seja, um Eu pessoal dividido em quatro partes competidoras que não conseguiu a unidade com o Eu superior) era chamado de Elefante Perfumado. Um paquiderme tão cheiroso poderia somente pertencer a governantes e monges iluminados. O restante possuía um elefante malcheiroso.
O elefante perfumado é progressivo, o malcheiroso é regressivo. Este último se deprecia, padece de toda classe de enfermidades, não consegue se concentrar, não deixa de se criticar, se odeia. E projeta este ódio sobre os outros. Às vezes, ocultando seu fedor, finge ser adulto, se torna cada vez mais poderoso, cada vez mais famoso, tem cada vez mais empregados, mais dinheiro, maior êxito social, envenena cada vez mais o mundo com suas indústrias, parece se sentir cada vez melhor... Mas, em seu interior, não suporta seu fedor.
Tradução: Jimmy Jacques
Na Antiga China, o Ego (ou seja, um Eu pessoal dividido em quatro partes competidoras que não conseguiu a unidade com o Eu superior) era chamado de Elefante Perfumado. Um paquiderme tão cheiroso poderia somente pertencer a governantes e monges iluminados. O restante possuía um elefante malcheiroso.
O elefante perfumado é progressivo, o malcheiroso é regressivo. Este último se deprecia, padece de toda classe de enfermidades, não consegue se concentrar, não deixa de se criticar, se odeia. E projeta este ódio sobre os outros. Às vezes, ocultando seu fedor, finge ser adulto, se torna cada vez mais poderoso, cada vez mais famoso, tem cada vez mais empregados, mais dinheiro, maior êxito social, envenena cada vez mais o mundo com suas indústrias, parece se sentir cada vez melhor... Mas, em seu interior, não suporta seu fedor.
Sigilização Atratora
Sigilização é uma forma recente de Magia, bastante usada por magos modernos. A proposta da técnica é simples: você formula um desejo/ideia, o embaralha e com ele forma algum símbolo, mantra ou qualquer coisa semelhante para, então, esse "algo" ser lançado no subconsciente. No subconsciente, o desejo/ideia começará a operar como um ser vivo, trazendo então o resultado desejado. Um exemplo é o indivíduo com condições financeiras baixas que, para melhorar de vida, formula um sigilo com um desejo-chave como "atraio muito dinheiro". Após escrever a sentença, ele junta todas as palavras - atraiomuitodinheiro -, retira as letras repetidas - atraiomutdnhe - e tira mais algumas letras desnecessárias, formando alguma palavra desconexa de pequeno porte - iout. - Com essa nova palavra em mãos, ele forma um símbolo e, através de alguma técnica gnóstica, o símbolo é lançado no subconsciente.
Criação de servidores - Dando vida a uma ideia
Muito se tem dito sobre sigilos e sigilização em geral, cada vez mais magistas contemporâneos aplicam tais técnicas para obter resultados simples. Creio eu que sigilização seja uma técnica especialmente apreciada por magistas do Caos brasileiros, pois é o que tenho observado. O que muitos não param para pensar é que um sigilo é basicamente uma ideia - uma ideia codificada para não ser entendida pela a mente consciente e, portanto, não ser reprimida pelo o Censor Psíquico -, que pode ser lançada no subconsciente ou alimentada (pretendo escrever sobre essa segunda opção num futuro próximo). Exemplo: um sigilo do tipo "atraio muito dinheiro" (é interessante escrever o intento de maneira presente, para maior precisão de resultados) é, basicamente, a ideia/intento já descrita (atrair muito dinheiro). O problema da sigilização é que ela apenas trás resultados únicos e "monótonos", do tipo "conseguir livro tal", "matar tal pessoa" e bla, bla bla... com sigilização, você não consegue definir como quer ganhar o livro, como quer a morte da pessoa e etc.
Em Defesa a Feitiçaria
Um dos aspectos mais negados atualmente na magia, é o uso/abuso da magia para fins materiais e/ou sexuais. A desculpa de crescimento espiritual se tornou ao longo dos anos, a mascara mais palpável para todo infortuno e/ou fracasso que supostos magistas tem e então continuarem masturbando sua mente com ocultismo. Ocultismo, símbolos, mistérios ritualísticos, no fim das contas, mais dá um prazer vulgar ao ego de qualquer idiota que vive em fóruns ocultos, que dá resultados. A busca pela razão, por dados supostamente históricos que comprovariam o contrario do mainstream, a luta pelo destaque em um mundo virtual - aonde banalizar qualquer pessoa que está num suposto ranking, é melhor que atingir resultados.
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