No inferno o que manda é a fúria e o ódio dos demônios que lá compõem uma hierarquia realmente assustadora. Tudo o que fazem é odiar a Deus e a suas criaturas divinas e tentar enganar os seres humanos, a quem consideram uma raça inferior (o que na verdade são) e devem obedecê-los cegamente, para, assim, os demônio se apoderarem de nossas almas e arrasta-las para as profundezas do inferno para experimentar um tipo de dor realmente inimaginável. O inferno funciona mais ou menos como uma empresa, o que está se expandindo por todo o mundo aumentando a competição entre os homens e o ódio entre os mesmos, com uma hierarquia não muito definida. Depois de uma pesquisa que eu fiz lendo alguns livros sobre o assunto, descobri que muitos apresentam definições diferentes para essa hierarquia no inferno, mas os demônios que mais aparecem no primeiro escalão infernal são os citados abaixo:
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13 de março de 2015
24 de outubro de 2014
Corvos da Dispersão
Traduzido do texto original "Ravens of Dispersion" por Robert Pereira
Extraído de "Visions of The Nightside", Black Tower Publishing, 2013
A'arab Zaraq, ou "Corvos da Dispersão", é a última Qlipha no plano astral da Árvore Cabalística. Se seguirmos a teoria de que as Qlipoth são as forças opostas às Sephiroth e cada Qlipha na Árvore Sombria é uma antítese da Séfira correspondente na Árvore da Vida, devemos primeiro dar uma olhada em A'arab Zaraq com relação à Séfira Netzach, "Vitória". As forças de Netzach são conectadas com a influência planetária de Vênus e representam emoções e paixões, Desejo como uma força motriz que supera os obstáculos no caminho da Ascensão e inspira o adepto ao avanço, para buscar iluminação espiritual. Esta é a energia bruta que precisa ser equilibrada, e este equilíbrio é encontrado na Séfira Hod, que representa intelecto, pensamento racional e auto controle. No Lado Sombrio da Árvore, estas forças existem em sua forma pura, primitiva, desequilibrada e desenfreada. No plano físico elas se manifestam como ganância, ciúmes, atitudes possessivas, paixões desenfreadas e luxúria descontrolada - a negatividade de Netzach, o lado sombrio de Vênus.
Extraído de "Visions of The Nightside", Black Tower Publishing, 2013
A'arab Zaraq, ou "Corvos da Dispersão", é a última Qlipha no plano astral da Árvore Cabalística. Se seguirmos a teoria de que as Qlipoth são as forças opostas às Sephiroth e cada Qlipha na Árvore Sombria é uma antítese da Séfira correspondente na Árvore da Vida, devemos primeiro dar uma olhada em A'arab Zaraq com relação à Séfira Netzach, "Vitória". As forças de Netzach são conectadas com a influência planetária de Vênus e representam emoções e paixões, Desejo como uma força motriz que supera os obstáculos no caminho da Ascensão e inspira o adepto ao avanço, para buscar iluminação espiritual. Esta é a energia bruta que precisa ser equilibrada, e este equilíbrio é encontrado na Séfira Hod, que representa intelecto, pensamento racional e auto controle. No Lado Sombrio da Árvore, estas forças existem em sua forma pura, primitiva, desequilibrada e desenfreada. No plano físico elas se manifestam como ganância, ciúmes, atitudes possessivas, paixões desenfreadas e luxúria descontrolada - a negatividade de Netzach, o lado sombrio de Vênus.
24 de julho de 2014
Como Vender Sua Alma Para o Demônio
Você decidiu vender sua alma. E agora?Existem inúmeros motivos que podem levar uma pessoa a decidir negociar a própria alma. A ideia é que desde que a humanidade soube da existência do diabo, apareceram aqueles que decidiram negociar com ele correto?
Errado! Nada mais longe da verdade.
É fato que com a criação das religiões monoteístas, especialmente aqueles com origem no judaísmo (como o cristianismo e o islamismo), os pactos ganharam uma imagem horrível. Ocultistas e estudiosos chegaram a repudiar tal prática e a espalhar o medo sobre todos que decidissem negociar com o diabo para proveito próprio. Muitos como Emmanuel Swedenborg chegaram a escrever:
"Quando os demônios insinuam-se aos iniciados, começam por ceder às mais distintas vontades de seu pretensioso manipulador: com a única intenção de atraí-lo - fingem obediência, submissão e subordinação. Ele acredita, inocentemente que está no controle da situação. Com os ponteiros do relógio acelerados, o homem passa a ter a noção de que ele é o elo mais fraco dessa corrente; o lado mais frágil desta corda intitulada de pacto; que há de arrebentar-se e o levará pelo pescoço ao fundo de um poço da qual jamais ninguém encontrou o caminho de volta."
11 de setembro de 2013
Kali e Lilith
Kali e Lilith, duas deusas geográfica, histórica e cultualmente tão distantes são também assustadoramente muito parecidas.Kali é a outra esposa de Shiva. A primeira esposa de Shiva foi Sati, e ela imolou a si mesmo para tentar trazê-lo ao mundo. Shiva é também casado com ParvatI, vista as vezes com a reencarnação de Shiva, e as vezes como Durga (embora nesses casos, ela tenda a tornar-se Parvati). Parvarti é a esposa perfeita, ela sofre com s mudanças de humor de Shiva. Ela cuida da casa, ela o acalma quando está nervoso, ela lhe deu filhos (embora não da maneira tradicional pois em todos os casos as crias podem ser questionadas como sendo filhas apenas de um dos dois), e ela cuida destes filhos.
20 de junho de 2013
Lúcifer
Por milênios, uma figura tem suscitado diferentes emoções no imaginário ocidental, em especial nos domínios da cristandade.
Esta figura é Lúcifer, o arqui-demônio, Senhor das hostes infernais, tentador e inimigo mor da humanidade, o mais belo Anjo, precipitado no abismo por sua soberba. O fogo divino, o brilho do Sol, o Logos transubstanciado no fogo infernal, o fogo que redime transformado no fogo da danação eterna. Mas o quanto disso é real, ainda mais quando estamos abordando o terreno movediço do mito, da religião e, por conseguinte, da demonologia.
Esta figura é Lúcifer, o arqui-demônio, Senhor das hostes infernais, tentador e inimigo mor da humanidade, o mais belo Anjo, precipitado no abismo por sua soberba. O fogo divino, o brilho do Sol, o Logos transubstanciado no fogo infernal, o fogo que redime transformado no fogo da danação eterna. Mas o quanto disso é real, ainda mais quando estamos abordando o terreno movediço do mito, da religião e, por conseguinte, da demonologia.
12 de abril de 2013
Deus é o Diabo: Jeová como o senhor das trevas
Farei uma afirmação ousada: Jeová o deus do antigo testamento, não é Deus. Se lermos o chamado "Antigo Testamento" veremos que as ações deste monstro chamado Jeová são algo próximo à imagem que fazemos hoje do diabo. Jeová é o diabo. Creio que Jeová é um ser imoral que fez uma aliança com os judeus ha cerca de seis mil anos atrás e que se é ele quem realmente está no comando, isso explica a merda de mundo em que vivemos.
24 de janeiro de 2013
Goetia para Homicidas
"Eu vos trarei a vitória e o júbilo: eu estarei em vossos braços na batalha & vos deliciareis em matar. O sucesso é a vossa prova; a coragem é a vossa armadura; avante, avante em minha força; & vós não retrocedereis por nada!" - Liber AL III;46
Pode ser que eu suje minha carreira de bom rapaz agora. Dane-se.
21 de novembro de 2012
Demonologia Católica
Crux Sacra Sit Mihi Lux/Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Sátana/Nunquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas/Ipse Venena Bibas
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A Cruz Sagrada seja a minha luz / Não seja o dragão o meu guia.
Retira-te, Satanás / Nunca me aconselhes coisas vãs.
É mal o que tu me ofereces / Bebe tu mesmo os teus venenos.
- São Bento de Núrsia
21 de julho de 2012
Demônios Sedutores
Marie Laveau, a famosa rainha voodoo de Nova Orleans, do século 19, uma vez disse ser vampira. Não, ela não era. Mas um notável escritor do início de 1800, Lafcadio Hearn, disse que ela era - ao menos isso é o que especulamos. Ele provavelmente estava falando da filha dela, também chamada Marie, com quem ele propositalmente viveu. Então, Mister Hearn era um romântico. Nascido na Grécia (terra dos Vrykolakas), renomado como jornalista e escritor em Nova Orleans, onde se tornou familiar com a comunidade voodoo, Lafcadio caminhou pelo lado negro, com certeza. Mas suas alegações sobre Marie Laveau não eram de todas inacreditáveis.
20 de julho de 2012
O Diabo, O Que É?
Satanás, Lúcifer, Exú, Diabo, Bafomé, Choronzon – a escolha é nossa. E independente de qual for a nossa escolha, nunca estaremos caminhando em terreno firme, seguro, mas sempre sob a areia movediça das definições ambíguas, oblíquas e por fim erradas. É justamente isto, o diabo: Existe, mas querendo agarrá-lo foge – rindo de nós.
Phosphorus
4 de junho de 2012
Meu Calendário Satânico
O Satanismo é uma cultura em desenvolvimento. Ao contrário de todas as outras religiões esta é uma religião que não está pronta. Cada satanista faz suas próprias adaptações, melhoramentos e sugestões, que podem ou não ser acatadas por seus irmãos em Satã. Este artigo é exatamente isso, uma sugestão.
13 de abril de 2012
A Sombra Branca: Como o "Diabo" Engana os Satanistas
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