30 de março de 2010

Viagem Astral


Após 30 anos de estudo e compilação de referências sobre a projeção de consciências, Waldo Vieira, 65 anos, dentista, formado em medicina e pós-graduado em cosmética, aconselha: "Não acredite em nada nem ninguém. Faça a sua experiência pessoal. Tenha a sua vivencia própria". Em 1988, Vieira fundou o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, o IIPC, para dar seguimento ao estudo da ciência que são a Projeciologia (projeção da consciência ou experiência fora do corpo) e a Conscienciologia (que pesquisa o ego ou personalidade de maneira integral).

"Todos nós saímos do corpo, mas a grande maioria não percebe. Muitos nem se lembram que sonharam, imagina se vão se lembrar que saíram do corpo", diz o médico cardiologista Hernande Leite, 42, que coordena o IIPC em São Paulo. Segundo ele, 89% se projetam sem lucidez, cerca de 8% têm uma projeção parte lúcida e parte inconsciente, que é confundida com o sonho, e somente 2% da população tem projeção totalmente lúcida. Com sede mundial no Rio de Janeiro e 64 escolas-laboratórios em diversas cidades brasileiras, o IIPC tem sedes na Argentina, Canadá, Inglaterra, Portugal, Espanha e Estados Unidos. O instituto promove cursos de técnicas para vivenciar a experiência lúcida fora do corpo e se dedica à pesquisa científica de manifestações da consciência e fenômenos paranormais.

Waldo Vieira trabalhou dez anos com Chico Xavier, com quem escreveu dez dos 40 livros que já tem publicado. Dono de uma coleção de 5.000 livros sobre o assunto, Vieira decidiu descolar a experiência de projeções fora do corpo das visões esotéricas e espiritualistas, optando por uma abordagem mais científica. "Sou contra religião. Ela só é boa para a massa impensante (sic). Para uma pessoa madura é uma tolice se submeter aos outros, é uma fuga. Esse misticismo para mim é doentio".

Imbuídos de fervor científico, os membros do IIPC rejeitam qualquer conexão com religião e o misticismo. Seus experimentos partem da experiência dos próprios projetores, com a preocupação de baseá-las em princípios considerados científicos. Para tanto desenvolveram o que eles chamam de "paradigma consciencional", que parte do princípio de que existem outras dimensões e propõe que o próprio sujeito da consciência estude a si mesmo quando projetado para fora do corpo. O fato de manter a lucidez durante a projeção é o que, segundo eles, permite que este processo seja estudado. "Na projeção você está totalmente consciente. O sonho é uma criação da sua mente, você não domina aquela ação", explica Leite.

O trabalho do IIPC está centrado na Conscienciologia, termo que Waldo cunhou para denominar o estudo da consciência (ego, alma, essência) em todas as dimensões, tanto as manifestas dentro do corpo como fora dele. A Projeciologia seria a parte prática da conscienciologia, tanto no que se refere a projeções energéticas da consciência - quando só a energia da pessoa é projetada, como nos passes - como as projeções da consciência para fora do corpo humano. A Experiência da Quase Morte (EQM) é considerada pelos "conscienciólogos" uma evidência da capacidade que o ser humano tem de se projetar para fora do corpo.

"Muitas pessoas relatam terem se visto flutuando em cima de seu corpo durante uma parada cardíaca, conseguindo detalhar os procedimentos dos médicos naquele momento", conta o cardiologista Hernande Leite, que já ouviu vários desses relatos e, dependendo da abertura que o paciente lhe der, costuma usar as projeçõs que vivencia para atendê-los melhor.

De acordo com ele, o maior objetivo do IIPC é a "evolução consciencional". "Temos imaturidades e maturidades nos nossos comportamentos. Quando mais evoluída a consciência, mais madura ela é nos seus comportamentos, mais respeito tem por sua própria vida, mais compreensão da existência dela, deixando de lado a futilidade e a frivolidade do comportamento social de hoje. A pessoa tende a não ter esta competição e esta perseguição às outras".


Projeciologia com espiritualidade
Aos 15 anos, o carioca Wagner Borges começou a ter experiências fora do corpo sem querer, espontaneamente. "Em agosto de 77, comprei a revista Planeta, que tinha uma reportagem sobre saída do corpo, e aí descobri que não estava maluco", recorda. A partir de então começou a devorar todos os livros que aparecessem e que abordassem algum assunto vinculado ao tema. Hoje, aos 38 anos, Borges é o fundador do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, em São Paulo, onde promove cursos, palestras e grupos de estudo sobre o tema. Após muitos anos pesquisando e dando palestras e aulas na linha de Waldo Vieira, Borges decidiu trilhar caminho próprio, enveredando por uma linha mais espiritualista.
"Eles não querem envolvimento espiritual, mas para mim não dá para separar uma coisa da outra", explica ele. "Uma pessoa pode estudar temas espirituais e continuar na religião dela. Nunca peço aos meus alunos para trocarem de religião. Cada um adapta o que aprender dentro de sua linha".

Ele acredita que sair conscientemente do corpo ajuda os seres humanos a se tornarem melhores. "Se uma pessoa tem um certo nível espiritual, ela é incapaz de fazer mal para alguém, pois sabe que tudo de mal que fizer volta".

Na opinião dele, a maior vantagem da projeção lúcida é o contato com seres espirituais evoluídos, através do qual a pessoa tem oportunidade de aprender muitas coisas sobre a vida e sobre si mesmo. "Uma experiência do lado de lá te faz viver melhor do lado de cá", diz ele.

Borges também acredita que a saída fora do corpo ajuda as pessoas a curarem traumas, porque podem fazer uma regressão de memória mais forte, fora do corpo, e reviver algum fato traumático que tenham vivenciado, libertando-se dele.

Embora Borges promova cursos onde ensina técnicas de projeção, ele reconhece que nem todo mundo consegue. "É como em qualquer curso, nem todos se dão bem". Ele também acha que a intenção de cada um também determina o sucesso ou não da projeção. "Tem gente que quer se projetar para viajar para Paris, outro para ver a vizinha pelada. Dependendo da intenção que você tem, você pode atrair coisas ruins". Mas, segundo ele, não existe risco de alguém se perder no além, ou de que algum espírito ocupe seu corpo enquanto você está fora. "É tudo lenda". Ele afirma que quando a consciência se projeta o espírito fica ligado ao corpo físico por um conduto energético que os antigos chamavam de cordão de prata, uma extensão de luz brilhante.


Veja se você costuma sair do corpo
Segundo Wagner Borges, há vários sintomas de projeção do corpo. Normalmente as pessoas sentem estes sintomas durante o sono, mas devido à falta de informação do que está acontecendo, ficam com medo de contar para outras pessoas. Veja algumas das sensações decorrentes da soltura do corpo espiritual em relação ao físico:
- Catalepsia projetiva:
A pessoa acorda no meio da noite (ou mesmo numa soneca durante o dia) e descobre que não consegue se mexer. Parece que uma paralisia tomou conta do corpo. Ela não consegue mexer um dedo sequer. Tenta gritar para chamar alguém, mas não sai voz nenhuma. A pessoa luta tenazmente para sair desse estado, mas parece que uma força invisível tolheu-lhe os movimentos. Inclusive, pode ter alguém deitado do lado e não perceber nada do que está acontecendo tão perto. Dominada por aquela paralisia, a pessoa grita mentalmente: "Eu tenho que acordar! Isso deve ser um pesadelo!" Mas ela já está acordada, só não consegue se mover. Devido ao pânico que a pessoa sente, seus batimentos cardíacos se aceleram. A adrenalina se espalha pela circulação e estimula o corpo. O resultado disso é que a pessoa recupera os movimentos abruptamente, normalmente com um solavanco físico (espasmo muscular). Em poucos momentos, seu cérebro racionaliza o fato e dá a única resposta possível: - Foi um pesadelo! Algumas pessoas mais impressionáveis podem fantasiar algo e jogam a culpa da paralisia em demônios ou seres espirituais. Na verdade, a pessoa acordou no meio de um processo decorrente da mudança do padrão de vibrações do corpo espiritual em relação ao corpo físico. Ela acordou num estado transicional dos corpos. Simplesmente ela despertou para uma situação que ocorre todas as noites quando ela dorme. Antes, ocorria com ela adormecida, e naquela situação ela acordou bem no meio da transição. Se a pessoa ficar quieta e não tentar se mover, sentirá uma sensação de flutuação por sobre o corpo. Ocorrerá um desprendimento espiritual consciente! E então ela poderá comprovar na prática que aquilo é realmente uma saída do corpo. Se ela não quiser a experiência, é só tentar mover o dedo indicador de uma das mãos ou uma das pálpebras, assim ela recupera o movimento tranqüilamente.
- Ballonemant:
A pessoa acorda e sente a sensação de estar inflando (semelhante a um balão inflando). Na verdade, é sua aura que está dilatando, mas como ela não sabe disso, pensa que é o corpo que está crescendo e inchando em todas as direções. Se a pessoa ficar quieta e deixar a sensação continuar, ela se projetará suavemente para fora do corpo. Não há perigo algum. Inclusive, essa sensação é muito familiar a sensitivos e médiuns em geral, pois eles têm forte tendência de soltura energética.
- Sensação de falsa queda durante o sono ou cochilo:
Quase todo mundo já sentiu isso alguma vez. A pessoa está deitada cochilando (hipnagogia) e, repentinamente, tem a sensação de estar escorregando ou caindo abruptamente da cama. Então, ela desperta com um solavanco físico e um pequeno susto. O que aconteceu? Simplesmente seu corpo espiritual deslocou-se uma polegada para fora do alinhamento vibratório com o corpo físico e foi tracionado vigorosamente para dentro, pois o metabolismo ainda estava ativo e impediu uma soltura maior.
- Estado vibracional:
A pessoa desperta no meio do sono e sente uma série de vibrações (descargas energéticas) propagando-se pelo seu corpo. Parece que ela tem uma tempestade elétrica percorrendo seu corpo, às vezes acompanhada de fortes zumbidos dentro da cabeça. Isso ocorre porque o corpo espiritual acelera suas vibrações para escapar das lentas vibrações do corpo denso. Se a pessoa ficar quieta e deixar a sensação continuar, ela se projetará em instantes.

Credo Do Vampiro

Eu sou um Vampiro.

Eu adoro meu ego e eu adoro minha vida, pois eu sou o único Deus que existe.

Eu tenho orgulho de ser um animal predador e honro meus instintos animais.

Eu exalto minha mente racional e não acredito que isso seja um desafio da razão.

Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a fantasia.

Eu reconheço o fato de que a sobrevivência é a lei mais alta.

Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem leis naturais através das quais eu posso fazer minha magia.

Eu sei que as minhas crenças no Ritual são uma fantasia, mas a magia é real e eu respeito e reconheço os resultados da minha magia.

Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo a morte como o destruidor da vida.

Portanto tirarei o máximo proveito da vida aqui e agora.

Eu sou um Vampiro.

Curve-se diante de mim.

O Dragão Fala

Eu sou o teu eu mais profundo.

Eu contemplo por você um mundo de luzes e cores da escuridão atrás de teus olhos.

Eu alcanço através tuas mãos e com elas toco os suaves prazeres de teu vivente mundo.

Eu sou o mais antigo, o criador dos deuses.

Eu sou a mudança e o invariável.

E sempre que você olha fixamente nos olhos de outro, lá!

Eu olho de volta para você!

Eu sou a fonte de tudo que existe!

E aquele que se reconhece como sendo eu também se torna a fonte e é, realmente um feiticeiro.

E aquele que permite o fluxo de meu ser e que me reconhece pelos nervos de seu próprio corpo pode tocar e mudar tudo conforme a sua vontade, e é realmente mágico.

E minha magia draconiana é doce porque eu realizo todos os grandes desejos.

Nisso que tu chamas de sonho, eu reúno minhas forças.

Nisso que tu chamas de realidade, eu organizo meus sonhos.

Eu sou grandioso para todos aqueles que buscam meu ser e meu poder, pois sou o direito de buscar os teus próprios prazeres!

Eu sou o verdadeiro deus, o deus uno, o único deus que há.

Eu sou teu e tua arte é minha.

Sim, até mesmo meu símbolo é o espelho!

E saiba bem meu nome para através de nossa honra preferi-lo em todas as tuas ações.

Ai então será e permanecerá merecedor da

Minha magia draconiana.

A CIÊNCIA EXPLICA A VERDADEIRA ORIGEM DAS HISTÓRIAS DESSES SERES FANTÁSTICOS QUE SÃO OS VAMPIROS

O que poucos sabem é que esses exercícios de imaginação se desenvolveram de situações nada fictícias, pois na verdade os vampiros, "esses monstros de hábitos noturnos", apreciadores do sangue quente de donzelas, de fato existem. Foi o que a ciência demonstrou com as pesquisas de um cientista e médico dermatologista belgo chamado JEAN GOENS.
Sua tese foi baseada na seguinte frase:
"FATOS REAIS FORAM AUMENTADOS E DEFORMADOS PELA IMAGINAÇÃO POPULAR ATÉ SE TRANSFORMAREM EM LENDAS SINISTRAS".

Ele comprovou que esses seres monstruosos na verdade sofrem de uma doença denominada de PORFIRIA .

PORFIRIA segundo Goens é um desarranjo na síntese dos corantes vermelhos do sangue, e distúrbios mentais em que as pessoas passam a agir como animais e a ter comportamentos suspeitos, como busca do isolamento.

De acordo com outro pesquisador da doença, o professor da Escola Paulista de medicina de São Paulo o Sr. Kerbaury que durante 30 anos de medicina viu somente 06 casos da doença.

Ele completou o conceito de Goens: a PORFIRIA é um distúrbio na síntese do heme, um dos componentes da hemoglobina, responsável pela cor vermelha do sangue. O heme é formado por uma reação encadeada, onde há a participação de várias enzimas. Quando essa reação é interrompida aumentando ou diminuindo a produção de uma das enzimas do nosso organismo, surgindo então a doença.
CARACTERÍSTICAS
doença hereditária
oriunda geralmente de casamentos consanguineos
palidez extrema
lábios muito vermelhos
pele sensível ao sol
aumento da produção de pêlos
saliva e urina vermelhas
dentes deformados
mau hálito
lábios contraídos com os caninos expostos permanentemente
distúrbios nervosos
comportamento maníaco
crises oriundas da ingestão de alho, bebidas alcoólicas, analgésicos etc
TIPOS
Os tipos existentes são os mais variados. Um dos mais importantes é a PORPHYRIA CUTÂNEA TARDA que é a mais relacionada às histórias dos vampiros; tanto pode ser genética como pode ser resultado de uma cirrose hepática.
TRATAMENTO
O tratamento mais comum para a PORFIRIA é o controle por parte de médicos especializados dos sintomas, principalmente os nervosos, proibindo o consumo das substâncias que desencadeiam as crises. Outro tipo de tratamento é a sangria. Retirada de sangue do paciente em quantidades controladas. A sangria era realizada com muita frequência nos povos antigos, como por exemplo na famílias nobres dos Balcãs que compensavam esta retirada de sangue matando seus animais e chupando o sangue dos mesmos. Isto acontecia também nas tribos africanas.

O livro de Nod


A origem dos vampiros está diretamente ligada ao mito judaico-cristão de Caim e Abel. Diz-se que Caim, após a morte de Abel, foi amaldiçoado por Deus. A maldição não veio diretamente de Deus (pelo menos não ela toda) mas sim dos anjos que vieram a Caim exigir que ele pedisse perdão a Deus. Orgulhoso, e certo de suas convicções, Caim preferiu sofrer as punições conferidas pelos anjos à prostar-se perante Ele.

O resultado disso foram as maldições que toda vampiro carrega: horror ao fogo, à luz, vida eterna e a solidão que vem com ela. Diferente do que podia se esperar, Caim sobreviveu a tudo isso, graças em parte à Lilith, conhecida como a "primeira mulher" (expulsa do paraíso por não se subjugar aos desígnios de Deus). Ela lhe ensinou aquilo que ficou conhecido como Disciplinas vampíricas e lhe deu conforto e amor(discute-se ainda se Lilith na verdade não apenas apresentou Caim aos seus verdadeiros dons mágicos, ou seja, às esferas de magia). Após isso, Caim se rebelou contra Lilith, por não querer mais obedecê-la, e foi viver sozinho. Conta-se que nesse meio tempo ele teria conhecido outros seres mágicos, tais como Licantropos, Fadas, Demônios, etc, até encontrar seu primeiro amor, Zillah.

Nesta época ele encontrou também Crone, pessoa que o colocou sob um Laço de Sangue e ensinou-lhe o Abraço. Caim permaneceu sobre tal Laço por um ano e um dia, até atravessar Crone com uma estaca de madeira (ela foi deixada na esperança de que o Sol a dizimasse). Só então aconteceu a criação da cidade de Enoque, lugar onde foram també criados por Caim Irad e Enoque. Deles surgiram os Antediluvianos (13 no total) que numa paródia às famílias mortais criaram os Clãs.

E assim a cidade permaneceu, até que os vampiros de terceira geração se revoltassem e começassem à caçar os vampiros de segunda geração, matando-os um a um. Nesta mesma época conta-se que Caim se retira definitivamente da socidade humana-vampírica a espera do fim dos tempos, conhecido como Gehenna.

(Fragmento do Livro de Nod)
Eu sonho dos primeiros tempos
a mais longa memória
Falo dos primeiros tempos
o mais velho pai
Eu cantar dos primeiros tempos
e ao amanhecer das Trevas
Em Nod, onde a luz do Paraíso

iluminado no céu e
as lágrimas dos nossos
pais o solo molhado

Cada um de nós, no nosso caminho para fora,
conjunto cerca de viver e ter
o nosso sustento da terra
E eu, primeiro-nascido Caine, I,
com acentuada coisas,
plantadas as sementes escuras
a terra molhada
tendia-los, assisti-los crescer

E Abel, segunda-nascido Abel
tendeu a animais
auxiliado sua sangrenta nascimentos
Fed lhes assistiu-los crescer

Eu gostava dele, meu irmão

Ele foi o mais brilhante
O doce.
Os mais fortes.
Ele foi a primeira parte
de toda a minha alegria.

Então um dia
Pai nosso que nos disse,
Caine, Abel
Sobretudo a Ele que você deve fazer um sacrifício
um dom da primeira parte
de tudo o que você tem

E eu, primeiro-nascido Caine,
Eu recolhidas a frágil
os frutos mais brilhantes
a erva doce

E Abel, segunda-nascido, Abel
abatidos o mais jovem
o mais forte,
o doce de seus animais

Sobre a alterar de nosso Pai
estamos nele nossos sacrifícios
e acendeu-los sob fogo
e vi a fumaça carregá-los
até ao de cima

O sacrifício de Abel, segunda-nascidos,
cheirava doce para os de cima
e Abel foi abençoada.

E, I, primeiro-nascido Caine, I
foi atacada a partir de fora
uma palavra dura e uma maldição,
para o meu sacrifício era indigno.

Eu olhei a Abel o sacrifício,
continuam a fumar, a carne, o sangue.
Eu chorei, eu me realizada olhos
Rezei na noite e dia

E quando o Padre disse
o tempo de Sacrifício
chegou novamente

E Abel
conduziu o seu mais novo,
seu doce,
seu mais amado
o sacrifício de fogo

Eu não trazer o meu caçula,
meu doce, eu sabia para o
Sobretudo não gostaria que um deles.

E meu irmão, amado Abel
disse-me
"Caine, você não trouxe um sacrifício,
um dom da primeira parte da sua alegria
para queimar sobre a alterar Uma das Acima ".

Eu chorei lágrimas de amor como eu,
com acentuada coisas,
sacrificada que o que era o
primeira parte da minha alegria, meu irmão.

E do Sangue de Abel
cobriu o altar
e doce como ela cheirava queimado

Mas meu Pai disse
"Cursed é você, Caine,
que matou seu irmão.
Como já foi expressos de modo a permitir-lhe ser ".

E Ele me exilado para vagueia nas trevas,
a nod.

Eu voou na Escuridão
Eu vi nenhuma fonte de luz
e eu estava com medo.
E só.

29 de março de 2010

Runas

sistema de escrita e oráculo dos Vikings



Runas são os sinais – as letras – que compõem o sistema de escrita dos Vikings, um dos mais exóticos dentre os chamados povos bárbaros europeus. Esses guerreiros navegantes habitavam as terras da Escandinávia, atualmente: Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia até a fronteira com a Alemanha. Sua cultura remonta 1.000 anos antes de Cristo mas a história oficial somente tomou conhecimento deles depois do ano 700 da nossa era.
Os Vikings não deixaram livros mas criaram as Runas, uma escrita alfabética simples usada para registros comemorativos, jurídicos, utilitários e também em magia, como oráculo que profetizava em função da combinação das letras "jogadas" numa consulta.
Encontramos a origem das Runas no mito do Deus Odin. Conta a lenda que em Asgard, a morada dos deuses Vikings, crescia Yggdrasil, a Árvore do Mundo, cujas raízes ninguém conhecia. A Árvore mística servia de canal de comunicação entre a Terra e o Mundo dos Deuses. Foi nesta Árvore que Odin descobriu o segredo do conhecimento: as Runas. Odin encontrou as pequenas peças de pedra ou madeira com sinais gravados e entregou-as aos homens além de ensiná-los a usá-las. Por esse feito Odin sagrou-se protetor do conhecimento, da escrita e das artes poéticas.
Mas as Runas também eram mágicas: serviam para a adivinhação. Podia-se ler a sorte utilizando as runas ritualmente. O runemal é a arte de jogar as Runas. As Runas eram usadas em invocações para influenciar o clima, as marés, as colheitas, o amor, a saúde. Também protegiam contra feitiços, derrotavam a morte. Os sinais rúnicos aparecem gravados em espadas, escudos, taças, amuletos, em proas de navios. Os Mestres das Runas eram chamados Teutos e eram como Xamãs com grande pretígio tribal.
As Runas mais comuns eram gravadas em pedras chatas e lisas que o Teuto guardava numa bolsa. Para jogar sacudia a bolsa e lançava as Runas no círculo. As que caíam com a inscrição voltada para cima eram interpretadas. A palavra Runa significa coisa secreta ou mistério. O alfabeto rúnico é chamado futhark.

Pazuzu: O Demônio do Vento Sudoeste


por: Stephen Sennitt
Tradução Livre: Luiz Marques (Pazuzu)


"Pazuzu, Senhor das Febres e Pragas, Anjo Negro dos Quatro Ventos com genitais apodrecendo dos quais uivam dos dentes afiados sobre as cidades atacadas..."
William S. Burroughs, Cities of the Red Night
(Cidades da Noite Vermelha)
O mais poderoso demônio do vento das cidades perdidas da Assíria e Babilônia pode ser considerado como a mais malevolente força elemental no mundo da mitologia. Como Pazuzu, esse demônio do Oriente Médio alcançou atenção popular na sensacional novela de William Peter Blatty, The Exorcist (O Exorcista). O filme inspirado nesta novela trouxe o assunto de possessão demoníaca para um contexto popular, mas isso foi deixado mal entendido, para [uma] seqüela atmosférica, The Exorcist II: The Heretic (O Exorcista II: O Herético), dirigido por John Boorman, para representar as forças maléficas de Pazuzu num autentico contexto mitológico como um varredor do deserto, causador da desolação e praga. Isso foi imaginado efetivamente no filme como um enxame de lacustas, noticiando um apocalipse de fome.

Nesse livro erudito, The Domain of Devils (O Domínio dos Diabos), Eric Marple descreve o demônio do vento como a mais terrível de todas entidades demoníacas, tendo poder para espalhar doenças repugnantes com sua ígnea e seca respiração. O demônio tem "para uma cabeça muitos crânios descarnados de cão". Representando morte, doença, e como sem carne, morte cerebral, o varredor do deserto, fome. Significativamente, Willian Woods explica na sua "História do Diabo: "... Na Mesopotâmia o demônio chifrudo, Pazuzu, montou no vento ... espalhando malária..." deste modo acentuando [o poder] destrutivo do demônio mostrado então como "senhor de todas as febres e pragas." Outras versões referem-se a Pazuzu como o dragão devorador, Typhon, "anjo dos ventos fatais", equiparado com a doença Typhoide.
Outra representação do demônio do vento pode ser traçada no velho testamento, onde o diabo é descrito como um criatura negra hirsuta, um invasor do deserto das terras perdidas.

A idéia de um demônio do vento como criatura do deserto talvez derive da concepção egípcia de Set, o destruidor, o mais antigos dos deuses, o qual foi representado como um estranho cão-como-animal, distinto do varredor "denizen" do deserto, o chacal. Kenneth Grant chamou essa manifestação de Set, [de] Shugal "a simbólica raposa do deserto de Set", a metade mal da Besta 666" o número de Shugal [é] 333. A metade má da besta é Choronzon (333), outra criatura pestilenta representando o caos em toda sua latencia ou aspectos manifestados. É dito ter Choronzon conduzido Aleister Crowley a insanidade pela invocação [feita por Crowley] da entidade no deserto do Norte da Africa.5 Representando a malícia do caos e da destruição, Choronzon é provavelmente um dos mais complexos símbolos do ocultismo ocidental.

Interessantíssimo, na explicação sobre Pazuzu na concepção da Besta, nós encontramos seu número 107. Kenneth Grant explica que este número é o número do anjo de Leão, OVAL, o mensageiro da Besta.6 Oval literalmente significa "ovo", e por essa razão refere-se ao Aeon do "filho", ou Aeon de Set, no qual está ainda em forma embrionária. Em muitas das teologias antigas do mundo, esse Aeon final é a era da destruição, quando o Mensageiro da Besta, Pazuzu, entregará sua palavra: o uivo do pestilento vento do deserto. Os antigos terão reconhecimento dessa palavra [n]o terrível "grande dragão" : ATEM, de quem o número é 440, isso é também o número do "aniquilador", "cessar", "desaparecer", e, significativamente, "completo", ao qual deve se referir ao término do ciclo, como ATEM, é também a deusa da periodicidade, idêntica a terrível deusa hindu, Kali a destruidora. Interessante também notar que 107+333=440. Essa formula pode representar o sopro ultimato do vento da devastação da boca do "grande dragão", ATEM, a Besta do Apocalipse.

No relato dessas concepções para o antigo demônio do vento sudeste do Oriente Médio, nós podemos entender porque esse símbolo foi considerado com tal temor e terror. Como o mais cruelmente destrutivo demônio do panteão das criaturas nefastas, o demônio do vento representa a destruição da vida humana.

Notas:

1.Maple, p.18
2.Cavendish, Richard, The Powers of Evil (Routledge, Kegan & Paul 1975)
3.Grant, Kenneth, Nightside of Eden (Muller 1977)
4.Symonds, John, The Great Beast, p.126-145 (Mayflower 1973)
5.Grant, Kenneth, Outside the Circles of Time p.133, (Muller)
6.Ibid p.247