22 de outubro de 2011
O Renascimento do Horror Gótico
A Música Medieval
o Canto Gregoriano
A unificação da música litúrgica concebida por São Gregório tornou-se conhecida como Canto Gregoriano. Embora sucessivas pesquisas tenham alterado pouco à pouco a interpretação dos neumas (meios de notação musical e avaliação rítmica usados do século IX ao XII), há áreas em que as diferenças entre os investigadores se mantêm até os nossos dias.
O processo de unificação, e sobretudo, de implantação, foi progressivo e lento, dando lugar a diversas exceções em que foram reconhecidas liturgias não gregorianas. É o caso do Canto Visigótico, que passou a ser conhecido por Canto Moçárabe; termo anacrônico, anterior à invasão da península espanhola pelos árabes que se conservou até 1071, quando foi abolido por Gregório VII. Nos fins do século XI, esta modalidade só era praticada em poucas Igrejas, mas foi recuperado pelo Cardeal Cisneros, que fundou a capela moçárabe da Catedral de Toledo (Espanha) e editou o Missale e o Breviarium, cantos moçárabes em 1500 e 1502, respectivamente.
Ao regulamentar o canto litúrgico cristão, mantém-se o princípio da homofonia, ao qual se acrescenta a ausência de acompanhamento instru-mental. É destas características que vem o nome de Canto Chão, (do latim, Cantus Planus) utilizado pela primeira vez como sinônimo de canto gregoriano por Jerônimo de Moravia, por volta de 1250. Porém, o termo não é muito adequado para denominar o canto religioso dos séculos XVII e XVIII.
O sistema musical do Canto Gregoriano baseia-se no sistema chamado Modal, embora tenha sofrido adaptações sob a forma estabelecida pelos gregos. A primeira diferença é a do sentido, descendente para os gregos e ascendentes no gregoriano. Nas duas formas, coincidem no número, oito, em sua origem. Nestes casos, os ímpares se conhecem como autênticos e os pares como Plagales, por derivarem dos primeiros. Juntaram-se, no século XVI, os modos maiores e menores da música posterior, bem como os respectivos plagales. Assim se chegou aos doze modos, chamados: dórico, hipodórico, frígio, hipofrígio, lídio, hipolídio, mixolídio, hipomixolídio, jónico, hipojónico, eólico e hipoeólico. O fato de ter utilizado, para os oito primeiros, as denominações gregas foi a causa de que se generalizara a idéia da sua correspondência com os modos gregos.
Mantinha-se a homofonia e o ritmo era baseado na pronúncia silábica. Introduziram-se as mudanças com as quais a nota podia corresponder a uma sílaba ou a um conjunto de sílabas, surgindo a vocalização. Foram-se acumulando este e outros "desvios" com o decorrer dos séculos até ao Motu Proprio do Papa Pio X, no princípio deste século que implicou uma revisão e reconsideração de todo o corpo gregoriano, libertando-o de todas as "impurezas" acumuladas pelo tempo.
Por volta do século IX surgiu a Pauta Musical. O monge italiano Guido d'Arezzo (995 - 1050), sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas. O sistema é usado até hoje no canto gregoriano. A utilização do sistema silábico de dar às notas deve-se também ao monge Guido d'Arezzo e encontra-se num hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista:
Ut queant laxit Ut queant laxit
Ressonare fibris
Mira gestorum Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti Solvi polluti
Labii reatum
Sancte loannes
Para adequar a sílaba com a pronúncia, o Ut foi substituído pelo Do.
Halloween
Origem e tradição
Abóboras, gatos e fogueiras
1 de outubro de 2011
A Historia do Círculo Strigoi
Por: Lord Alucard
Iniciamos publicamente nossoas atividades em março do ano de 2006, com o trabalho pioneiro, audacioso e autônomo do nosso Patriarca-Fundador Lord A:. e em outubro do mesmo ano firmamos nossa existência sob a alcunha pública de Officina Vampyrica e o nome velado de "Circulo Strigoi" - existe um terceiro nome que não é revelado publicamente e permanece acessível apenas aos membros internos. Naquele mesmo final de ano estabelecemos os primeiros cursos-livres e os primeiros encontros do treinamento para aspirantes ao nosso circulo interno, no antigo espaço esotérico Sabedoria Mística, lá nas proximidades do bairro de Santana em São Paulo.Foi um período muito especial e com histórias inesquecíveis, ainda recordadas em nossos encontros dos integrantes sêniors.
Durante os primeiros meses do ano de 2007 realizamos nossos ritos sazonais e encontros nos arredores de São Paulo em espaço velado contactado por uma de nossas integrantes.
Na segunda metade do ano, iniciamos uma turma semanal na Universidade Holística Casa de Bruxa em Santo André.E também realizamos nossas primeiras incursões e participações em conferências relativas ao Neopaganismo e também ao meio holístico - estivemos em várias edições da C.W.E.D organizada por Claudiney Prieto e tradição Nemorensis e também nos Encontros de Bruxas e Magos de Paranapiacaba de Tânia Gori e Casa de Bruxa - sempre conduzindo atividades com temas atraentes e de cunho fronteiriço com outras linhagens tais como a bruxaria, druidismo, xamanismo e sagrado feminino.
No ano de 2008 firmamos presença em solo acolhedor, que nos recebeu e desde então o batizamos sob a alcunha de "Templo de Afrodísia" e firmamos nossos encontros quinzenais e mensais nesta "terra-mater" e nutriz(sua localização na cidade de São Paulo permanece velada, apenas aos participantes dos encontros).No transcorrer deste mesmo ano mantivemos nossa representatividade em diversos espaços culturais e holísticos com palestras e novas turmas para formação em nosso circulo, entre eles estivemos na Cirandda da Lua (espaço de desenvolvimento humano), Templo de Bruxas, Viver Alternativo, Espaço Faces da Lua (Caieras) e muitos outros.Além disso, realizarmos nossos primeiros rituais coletivos em espaço aberto (em chácaras reservadas e alugadas) e estabelecemos muitas parcerias duradouras.
Já no ano de 2009 além da formação das novas turmas, palestras sobre temas específicos, realizamos diversas conferências online, encontros abertos a comunidade versando sobre temas introdutórios e de interesse vampyrico e vampyrico.Foi uma ano de grande reconhecimento que contou com uma palestra no auditório da Livraria Cultura ao lado do jornalista Sérgio Pereira Couto (autor de Sociedades Secretas);Nas proximidades do Strighezzo dos Ídos, revolucionamos uma vez mais e iniciamos o ciclo Introdução ao Vampyrismo que oferecia a possibilidade de conhecer, vivenciar e ser apresentado ao repertório da Cosmovisão Vampyrica em uma órbita mais branda.
Em 2010 escolhemos tornar público nosso nome velado de Circulo Strigoi, pois os objetivos iniciais de Officina Vampyrica em formar um núcleo interno com integrantes sêniors, uma roda do ano própria e sintonizada com o ecossistema local e um repertório e ferramentaria de práticas já haviam sido elaborados com bastante êxito.Chegamos em um ponto de desenvolvimento que deixamos o que pessoas externas ao meio considerariam somente um conjunto de "cursos" frequentado por "Vamps" e Simpatizantes que os apreciavam e nos tornamos algo mais amplo (ainda coerente e conecto com nossoas propostas e identidade):Somos um Circulo de Vampyras, Vampyros e Simpatizantes com sua própria trilha, fundamentada e estabelecida baseada na prática constante e coerente com o ecossistema e as especificidades da cultura latina.
Ainda em junho de 2010 nosso líder e fundador Círculo Strigoi, Lord A:., completou cinco anos de envolvimento formal, aprendizado, parceria e irmandade com a primeira dinastia Vampyrica mundial a House Sahjaza e foi nomeado como Elder de Temple Sahjaza e ainda Elder da linhagem Sahjaza-Brazil, titulos que vêm a serem reconhecido pela Matriarca e o Alto Conselho da House/Temple Sahjaza e conferem como sua descêndencia e continuidade Brasileira.Deste modo, cada integrante do Círculo Strigoi, que mantenha uma conduta valorosa, digna e ilibada, no começo de sua quarta roda do ano pode solicitar sua ordália para aprovação como descendente desta linhagem transregional e saborear de todos os seus benefícios.
Iniciamos o ano de 2011 estreando nosso novo site oficial, após um hiato de uma roda-do-ano de representação formal de nossos conteúdos, hospedados no www.vampyrismo.org. E na eminência de celebraremos nosso quinto Strighezzo de Bast;Durante este ano ainda haverá a nomeação da Primeira Elder/Calmae e sucessora reconhecida de nossa liderança do Círculo Strigoi, ela que desde o ano de 2007 demonstrou valor inabalável, honrosa e venerável conduta para com nossa comunidade, seus integrantes e para o Hallo Antares.Ela é reconhecida pelo nome noturno e o título de Madame Russalka Artibeus e se ocupa do sacerdócio e guarda do Totem dos Felinos de nosso Hallo.Para o mês de maio, preparamos a entrada dos nossos neófitos para o periodo de escuderia do Círculo Strigoi.Sendo assim, que venha 2011...
Desde nosso estabelecimento, o Officina Vampyrica/Circulo Strigoi se posiciona como uma potência autônoma, independente, pioneira e soberana reconhecida pelas próprias conquistas, tempo de existência initerrupto, influência cultural e trabalho sério em território nacional e em países latinos da América do Sul, Portugal e Espanha.Tal escudo e estandarte se deve ao nosso "Sangue" abençoado pelas Deusas e Deuses, nossa inspiração, expressão e atitude que inspiram, reforçam e nos mantêm unidos a todos nossos integrantes - nosso verdadeiro tesouro oculto - na longa cavalgada noturna, até o final de nossas-noites-sobre-a-terra.Que esperamos que demore bastante...
No exterior contamos com o reconhecimento de importantes meios-sociais da Subcultura Vampyrica - e da primeira sociedade vamp norte-americana da história, fundada nos anos de 1970, atualmente conhecida como House Sahjaza, que assim iniciou o que hoje denominamos como a vertente da Cosmovisão Vampyrica no hemisfério norte. Nós aqui no Circulo Strigoi temos o valor, a gratidão e o forte pulsar no coração de sabermos que assim iniciamos a todo este ciclo vampyrico no hemisfério sul.Este é o começo e nossa contribuição para a incessante espiral da "Vida", da qual somos apenas máscaras, semeamos esta frondosa árvore, mas não viveremos para descansar a sua sombra...Que aqueles que vierem durante nossa existência ou depois, possam sentirem e aprenderem com as trilhas que desbravamos e amplia-las até o fim-de-suas-noites.
Os Templários
("Não para nós, Senhor, não para nós, mas para Glória de Teu Nome")