12 de abril de 2010

Vampirismo x Cristianismo: Algumas ironias

Como sempre digo e repito agora, não tenho nada contra religião nenhuma, cada um acredita no que bem entender… só proponho que tenham mente aberta mas continuem se quizerem com suas crenças… ou não…

Há muito tempo atrás, a igreja cristã começou a abrir as asas através da Europa, e os vampiros estavam estabelecidos como mitos.
Os vampiros eram criaturas que faziam parte supercição humana desda Grécia Antiga. As raízes dos Vampiros eram naturalmente Pagãs, e a fé estava espalhada pela Europa.
A relação estava formada entre os Vampiros e o Deus Ebreu, está formado a ciranda de história ironicas.
Ironia n°1 – O que eles procuram destruir, eles dão vida. A Igreja Cristã não tinha estabelecido uma estância para os Vampiros quando ela se separou em 1054. Contudo, a fé das igrejas Católicas resultaram – na Igreja Católica Romana no oeste europeu e a Igreja Ordotoxa no leste – que podem ser diretamente ligadas ao mito vampírico que continuava à penetrar no leste europeu.
Os Católicos Romanos acreditavam que os corpos dos seus santos não deteriorariam nas sepultura; instantaneamente, eles pernameceriam intactos e exalariam um doce odor. Contudo, a Igreja Ordotoxa achou mais difícil, inicialmente porque isso abalaria as raízes Pagãs, e ela via um cadáver que não tinha se deteriorado como um sinal do mau.
Por descuidos, ambas as igrejas não tinham formado uma estância para os Vampiros, e os colocaram como parte da fé Pagã, que era naturalmente antiquada e anti-cristã.
O Paganismo, estava longe de ser uma religião organizada, era um pouco mais que uma coleção de conhecimentos populares e mitologias desorganizadas; Ele era possuído por campones ativos que não tinham uma educação formal e por outros dos quais não passam de superstição.
Com o passar do tempo, a Igreja Católica Romana cresceu preocupada com a estabilização da mitologia Pagã que poderia conquistar a a fé dos novos católicos, na qual a Igreja estava usando para tentar se expandir. Como o esperado, ela começou uma invetigação sobre a mitologia vampírica.
A igreja, com a intenção de fazer a fé Pagã se espalhar, assim fazendo o fim do Paganismo (que era chamado de witchcraft), e o vampirísmos começou a ser ligado com Satan. E eles fizeram um decreto, do qual falava que corpos reanimados eram como demônios a mando de Satan. Como resultado, esses vampiros fugiriam de coisas divinas, como: crucifíxos, água benta e da ostia.
A grande ironia desse período foi como a Igreja fez para acabar com as mitologias Pagãs, mas foi o próprio decreto deles que concedeu uma validade histórica para os Vampiros. Então os Vampiros influenciaram os filmes e novelas um pouco antes do século 20, que ainda mostravam os Vampiros como criaturas satânicas, feitas e desamparadas quando confrontavam contra coisas do verdadeiro Deus Ebreu.
Ironia n° 2 – essa coisa má, melhor representada por homens santos e seus trabalhos. Com o andar do tempo, numerosas reportagens e tratamentos foram emitidos pela Igreja Católica. Elas foram feitas por volta de 1600 – 1800 D.C. que foi trabalho de bispos, sacerdotes, monges, etc.
Os Vampiros continuaram se espalhando através da Europa, que estava completa de caçadores de Bruxas e Vampiros, missas de exumações e vários corpos que eram queimados ou tendo estacas enterradas em seus corações como tentativa de livrar seus vilarejos de Vampiros. E isso se tornou uma área de constantes estudos feitos pela Igreja.
The Malleus Maleficarim, publicado pela Igreja em 1486, foi o guia para os descobridores e irradicadores de bruxas. E ele também falava do vampirismo e sua ligação com Satan, que fazia parte das criaturas maléficas. Em meados de 1600, esse tratado começou a ser usado como “Bíblia” dos caçadores de bruxas e vampiros que cruzavam a Europa. O tratado também incluia um pouco da visão vampírica. Dom Augustin Calmet (1672-1757) foi um monge da ordem de Benedito. Seu trabalho, Treatise on The Appearance of Spirits and on Vampires (Tratado de aparência de Espíritos e Vampiros), tentou separar os Vampiros da ligação com as forças satanicas e demoniacas. Eles descreveu que os Vampiros eram simplesmente corpos mortos dos quais ressucitaram, e os proclamaram superstição. Por causa disso ele estava sobre presão de radicais, que o fizeram retirar suas declarações. Seu trabalho ainda estava em circulação em uma Era quando a história estava com muitos caçadores de bruxas e Vampiros, a Idade Média.
Depois da histeria da praga-enigmática (peste negra) que havia acabado na Idade Média, importantes pesquisas foram conduzidas dentro da mitologia vampírica. Provavelmente o melhor crônico de historias vampíricas em eras passadas foi o lendário Montague Summers.
Ele foi decretado bispo da Igreja Anglicana em 1908, mas depois ele deixou a Igreja Anglicana em favor da Igreja Católica Romana. Ele conduziu numerosos estudos sobre coisas sobrenaturais. Suas duas melhores obras conhecidas e publicadas foram, The Vampire: His Kith and Kin e The Vampire in Europe são temas de pesquisas sobre vampiros.
Ironia n° 3 – O que eles procuravam destruir, eles deram força; a Besta os habita hoje, o Vampiro está vivo, não mais do que qualquer tempo no passado. Góticos vestidos de preto que rodam as ruas e bares, leitores e videomaníacos ficam emocionados com a pesença de uma Besta com caninos “sobrenaturais”. A Besta os habita, e virá a tona por muitos e muitos anos. Os nomes dessas pesquisas Cristãs são dedicadas para fãs de Vampiros como Drácula, Lestat, e outros.

fonte: http://raizesmisticas.blogs.sapo.pt/867.html

Hórus e o Olho de Hórus

Eu reparei que em muitos filmes, séries, livros, revistas… muitos temas tratando de Vampiros, alguns simbolos como o Olho de Hórus aparecem, além de muitos outros mas, por curiosidade, fui atrás de alguma relação, existe uma antiga seita (A Ordem de Aset KA), pouco conhecida ou divulgada e muito secreta praticante de vampirismo. E como existe essa ligação entre o Egito e Vampiros, Vampirismo… decidi falar um pouco sobre Hórus e o Olho de Hórus…

Olho de Hórus ou ‘Udyat’

É um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas.
Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a Lua e o direito, o Sol. Durante a luta, o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Horus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth. Era a união do olho humano com a vista do falcão, animal associado ao deus Hórus. Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra o infortúnio do Além.
Eye of Horus bw.svg
O Olho de Hórus e a grande serpente Anaconda que foi encontrada no rio nilo proveniente da amazonia na grande divisão da pangea, cuja serpente simbolizavam poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma. Este símbolo aparece no reverso do Grande selo dos Estados Unidos da América,sendo também um símbolo frequentemente usado e relacionado a Maçonaria.

Amuleto com o olho de Hórus, no Museu do Louvre, França.
O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino.
O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino. Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição.
Hoje em dia, o Olho de Horus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde.

Hórus

(ou Heru-sa-Aset, Her’ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus, Muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris.
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o sol e a lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas. Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.
O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da lua, o outro é o olho do sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder.

Hórus e o Cristianismo

Hórus é segunda pessoa da Trindade egípcia, composta por Osíris, o pai, Hórus, o filho e Ísis, a mãe.
Diversos estudos sugerem que a história de Jesus pode ter sido baseada em várias outras histórias de deuses mais antigos, principalmente, Hórus.
O filme de Bill Maher, Religulous, expõe a ideia de que a história de Jesus é uma cópia da história de Hórus.

Notas

  1. ↑ Do Egito Milenar à Eternidade, de Marisa Castello Branco (ISBN: 85-901413-1-4)
  2. ↑ Legado do antigo Egito iluminou o Salão Dourado
  3. ↑ A Religião do Egito de 4400 a.C. e semelhanças com o Cristianismo
  4. ↑ Os Mitos e as suas Simbologias
  5. ↑ Revisão do Cristianismo
  6. ↑ O Cristianismo
  7. ↑ Horus and Jesus: mythological plagiarism?, programa da BBC sobre esta hipótese

Olho de Hórus na Wicca

Fonte:http://www.circulosagrado.com/cs/wicca/simbolos.php


Olho de Hórus
é um outro antigo símbolo egípico muito usado na feitiçaria moderna. Representa o olho divino do deus Hórus, as energias solar e lunar, e freqüentemente é usado para simbolizar a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro Olho.

Tradições Pagãs da Páscoa

Mais uma vez, mais um feriado, mais uma comemoração com origem diferente do que estamos “acostumados”, a origem que nos foi passada pelos nossos pais… enfim… aqui mostro em poucas palavras e uma pesqueisa rápida a origem pagã da festa da páscoa:


Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não e citado na Bíblia. Antes, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.


A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e NÃO um coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade.
De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou novamente, o planeta Vênus). É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

Vampiros e a Teoria da Reencarnação Animal

O vampirismo clássico nem sempre foi estranho ao sistema da FEB. Originalmente foi uma parte subterrânea da doutrina contida em livros como o Romance de uma Rainha (La reine Hotasou), ditado pelo espírito J. W. Rochester à médium Wera Krijanowski, cujos direitos foram comprados pela FEB em 1953.
O autor (o espírito) explicação a causa do fenômeno pela teoria da reencarnação. Alega que o entre evolui do reino mineral ao vegetal e do vegetal ao animal, passando dos animais inferiores ao Homo sapiens que “apenas subiu um degrau na escala social da Criação”, esquecendo-se que “foi o que são agora esses irmãos inferiores”. Resulta daí que somos uma espécie de cebola com diversas camadas de experiência obtidas onde, no centro, dorme os restos daquilo que foi uma pomba, um lobo, um esquilo ou outro bicho qualquer. Quando alguém evolui de um Desmodus rotundus (o morcego vampiro), Hirudínea (sanguessuga) ou outro hematófago similar acaba herdando um instinto animal que se traduz no desejo por sangue. Em vida, os ex-hematófagos podem ou não se transformar em “vampiros inconscientes”, caso em que “o instinto voraz, motivado pela composição do seu perispírito, manifesta-se inconscientemente, por um fluído acre e devorante que exalam, e absorve as forças vitais dos que o cercam e, por assim dizer, os devora”. Em seu redor tudo se torna fraco, doentio, e apenas eles, vampiros, gozam saúde florescente, “mas, não se lhes pode imputar o mal da destruição de seus próximos, pois a força de que fazem uso é inconsciente”.
Quando um vampiro deste porte passa a ter consciência do que faz e decide livremente aprimorar suas técnicas até o limite pode ou não se converter no outro tipo sensivelmente mais raro. No romance histórico de J. W. Rochester o sacerdote egípcio Heremseb abusa do sangue humano para controlar seus instintos.

Conseqüentemente, “o veneno com o qual voluntariamente mergulhara em letargia tinha impedido a ruptura dos laços do perispírito, e, por todas estas circunstâncias reunidas tornara-se vampiro”. O corpo é aprisionado numa espécie de estado cataléptico perpétuo até que alguém ou alguma coisa o destrua. O espírito se projeta em busca de alimento e absorve o sangue alheio. Isso sustenta a subsistência do redivivo. Acrescenta também ponderações sobre a influência lunar e especulações sobre se um espécime pode sair da prisão por apport. Diz o livro:

"Falar seriamente em vampirismo, em nossa época positiva, não é fácil tarefa. A ciência oficial, que apenas quer conhecer o que o bisturi pode sondar, nega a existência dos vampiros, e os fatos indiscutíveis ocorridos em diferentes países, têm sido vituperados, negados ou silenciados, e bem assim outros fenômenos não menos positivos, os quais apesar disso, se impõem pouco a pouco, á atenção dos sábios, porque o fato é um argumento brutal que não se pode eternamente suprimir.
Dito isto, creio do meu dever explicar o melhor que possa, aos meus leitores espíritas, o fenômeno do vampirismo, pouco aprofundado ainda, se bem que sendo um fato natural sempre existiu, tanto na época de Hatasu quanto nos tempos modernos."

Tendo em vista a tenacidade com que os instintos do animal se conservam no homem, este hábito, esta necessidade de sangue, permanece em estado latente na criatura, e se a educação, as circunstâncias, a compreensão do mal não levarem o homem a dominar o instinto sanguinário, que ainda vibra em seu perispírito, a necessidade bestial desponta e cria seres do gênero dos sugadores de sangue da Índia, os quais são muito conhecidos, para que se possa negar a sua existência. Mas, ninguém tem procurado aprofundar o que pôde inspirar a essa seita o rito selvagem que ela acoberta com um motivo religioso, quando tal origem tem raiz em um estado particular do perispírito, adquirido pelo ser em suas existências vegetais e animais.

Em conseqüência de diferentes causas, tais o terror, comoção moral, certo veneno, asfixia, semelhantes seres caem em um estado particular de letargia, com todas as aparências da morte, e são enterradas como se houvessem falecido. Um despertar em condições normais não se produz para essas entidades especiais, e a maior parte perece; mas, ás vezes, em condições favoráveis, tais cadáveres aparentes aguardam apenas o clarão da Lua para despertar, sob influência da sua luz, para uma sinistra atividade… E porque o corpo, ainda preso ao perispírito, age numa certa medida e a intervalos mais ou menos longos, tem necessidade de se reabastecer, o vampiro entrega-se á pesquisa de uma vitima humana, cujo sangue quente, sobrecarregado de fluído vital, dar-lhe á a nutrição indispensável ás condições de existência e ao mesmo tempo satisfará os velhos apetites.

Nos países frios, o vampirismo ocorre muito raramente; nos mais aproximados do Equador, na Índia principalmente, tem sua verdadeira pátria, terra misteriosa e estranha da qual muito pouco se sondam os enigmas. Quem suspeita por exemplo, de que existam por ali muitos vivos que se alimentam, quase exclusivamente, da força vital dos seres que subjugaram e dos quais toda existência se escoa num êxtase embrutecido, dos quais todas as funções vitais e intelectuais são suspensas, porque um outro se nutre da força que as devia sustentar? Esses pobres entes são olhados com espanto e desdém, alvos de motejos, mas ninguém desconfia que sejam as vítimas dum vampirismo cultivado por uma categoria de homens, sábios, aliás.

Como Rochester citou reiteradamente certas praticas orientais creio que compensa informar que o vetalā é o equivalente indiano do vampiro clássico cujos relatos começaram a circundar na Europa a partir de 1732. O Bardo Thödul alega que quando o homem não espiritualizado percebe-se morto vê a própria casa, os criados, parentes, o cadáver, e fica confuso, “oprimido por intenso pesar”. Então vaga inutilmente “de um lado para outro procurando um corpo” como se pudesse trocar de corpos como antes trocava de roupas. Em nota ao livro sagrado W. Y. Evans-Wentz acrescenta que os tibetanos crêem que “se a tentativa for bem-sucedida, origina-se um vampiro”. Histórias de homens santos que morreram voluntariamente e voltaram à vida são facilmente encontradas na Índia e no Tibet. Um dos casos mais recentes foi o de Sai Baba, que teria pedido a seu discípulo Mahalsapathy para tomar conta de seu corpo durante três dias enquanto seu espírito viajaria “pra Alá”. Dizem que sua respiração diminuiu até cessar e a circulação se interrompeu. Dado como morto, as autoridades tentaram fazer Mahalsapathy cumprir uma lei da Índia que obriga a cremação ou enterro dos corpos em 24 horas após a morte, mas ele se recusou. No terceiro dia a respiração retornou e Sai Baba abriu os olhos. A literatura devocional fala igualmente do vetāla (em sânscrito) ou Baital (tibetano), recém-desencarnado humano descrito por Isabel Burton como “um gigantesco morcego, vampiro ou espírito maligno que habitava e animava cadáveres”. Posteriormente o budismo retratou apenas seu aspecto negativo. De acordo com o Sutra de Lótus (Hokkekyo) aquele que desejar subjugar o vetāla deve pronunciar essas palavras de poder (dharanis, vulgo mantras):

jvale mahajvale ukke mukke ade adavati nritye nrityavati ittini
vittini chittini nrityani nrityakati

Um livro póstumo, Glossário Teosófico, publicado em nome de Blavatsky pela Sociedade Teosófica de Londres, diz que o vetāla pode ser controlado pelos que alcançam a vetāla siddhi, técnica yogi definida como “uma prática de feitiçaria” que pretende possuir “meios de alcançar poder sobre os vivos através de magia negra, encantamentos e cerimônias executadas sobre um corpo humano morto, durante cuja operação o cadáver é profanado”. Um número de fontes de época ainda preserva detalhes da ritualística, permitindo a reconstrução da cerimônia de iniciação, concebida como rito assessório de uma forma extinta de culto. Era realizada apenas durante a noite de segunda-feira, no décimo quarto dia da metade escura do mês de bhadra (agosto), sendo o devoto guiado por um vetāla ou uma dakini (bruxa). No Kathā-saritsāgara tal dom foi aplicado em causas justas como quando o rei Trivikramasena “obteve a soberania sobre os Vidyadharas graças a um vetāla”. De acordo com Louis Renou, “os vetālas aparecem na literatura desde o Harivamsa; fazem parte da decoração semidemoníaca do tantrismo sivaíta, de onde passaram ao tantrismo budista”. No Vetālapancavimsatikā de Somadeva (século XI) o vetāla recebe os títulos de “mestre em Ioga”, “mestre dos poderes sobrenaturais”, etc. O Baital-Pachisi fala de um jovem injustiçado que reentrou no próprio corpo para ajudar o rei Vikram a executar seu algoz.

Ankh

Ankh, (Pronuncia-se Anak) conhecida também como cruz ansata, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. Hoje, é usada como símbolo pelos neopagãos.

A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

História

Ha muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da ressureição.

A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Andrew H. Gordon e Calvin W. Schwabe especulam no livro The Quick and the Dead de 2004 que os simbolos: Ankh, Djed e Was tem uma base biológica derivados da cultura de criação de gado do antigo egipto ( ligado á crença egipcia de que o sémen era criado na coluna vertebral), assim:

O Ankh, símbolo da vida, vértebra torácica de um touro (visto em corte transversal);

O Djed, símbolo da estabilidade, a coluna vertebral de um touro;

O Was, símbolo do poder e dominação, o penis seco de um touro simbolo da deusa Wosret ou Wasret.

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.

No final do século XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente o ciclo vital da natureza.

O Lado Negro do Ankh

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Na cultura pop, ele foi associado pela primeira vez ao vampirismo e à subcultura gótica através do filme The Hunger – Fome de Viver (1983), em que David Bowie e Catherine Deneuve protagonizam vampiros em busca de sangue. Há uma cena em que a dupla, usando ankhs egípcios, está à espreita de suas presas numa casa noturna ao som de Bela Lugosi's Dead, do Bauhaus. Assim, elementos como a figura do vampiro, o ankh e a banda Bauhaus podem actuar num mesmo contexto; neste caso, a subcultura gótica. Possivelmente, através deste filme, o ankh foi inserido na subcultura gótica e pelos adeptos da cultura obscura, de uma forma geral. Mais tarde a personagem Morte, da HQ Sandman, seria o mais famoso ícone na cultura pop relacionando o ankh e a subcultura gótica.

Desse modo, vemos que o ankh não sofreu grandes variações em seu significado e emprego primitivo, embora tenha sido associado a várias culturas diferentes. Mesmo assim lhe foi atribuído um caráter negativista por aqueles que desconhecem a sua origem e significados reais, associando este símbolo, erradamente, a grupos e seitas satânicas ou de magia negra.

5 de abril de 2010

Anjos Caídos...


Alguns demônios conhecidos em textos, escrituras e filmes.

Aamon é um demónio que conhece o passado e o futuro, e é o responsável por facultar esse saber a todos aqueles que fizeram um Pacto com o Diabo. Este demônio é considerado um príncipe do inferno, e possui 40 legiões de demônios sob seu comando.

Asmodeus é tido como um dos cinco príncipes do inferno. Asmodeus, ( também Asmodai), é o demônio do Sexo e da Luxúria, podendo tanto desunir como unir casais. Certas teses demonológicas advogam que Asmodeus é filho de Adao e Lilith, sendo que foi gerado quando Lilith ainda era esposa de Adão e ambos viviam no paraíso. Mais tarde Lucifer veio a possuir Eva, ( a segunda mulher de Adão), e desse segundo relacionamento sexual nasceu Caim. Caim e Asmodeus são por isso os primeiros primogénitos da história humana, ambos condenados aos domínios infernais.

Anticristo, este famoso demonio, é conhecido pelo nao menos famosa descrição numerologica: 666. O anticristo é um demônio vampiro, uma vez que realiza a missão inversa de Cristo, ou seja: se Cristo deu o seu sangue pela humanidade, o Anticristo suga o sangue da humanidade. Diz-se que o anticristo nascerá da união entre uma virgem e um demônio. Toda a obra do anticristo visa a corrupção da humanidade pelos vícios e pecados. O anticristo é capaz de realizar grandes prodígios e milagres, tal como Cristo fez e esta escrito que marcará os seus seguidores com uma marca enigmática, que normalmente se entende ser o numero «666».
Astaroth é um principe do Inferno. Este demônio encontra-se referido na obra de Salomão, assim como no Dictionnaire Infernal. Astaroth é um demónio da primeira e mais alta hierarquia, que influi sobre os pecados da preguiça e vaidade. Este demônio possui também a capacidade de ensinar ciências matemáticas, assim como de revelar tesouros escondidos. Astaroth pode também responder a todas as perguntas que se lhe colocarem, se formuladas de acordo com os devidos procedimentos ritualisticos.

Azazel, foi um dos famosos demônios que desceram dos céus para se unir ás filhas dos homens, conforme descrito no livro de Gênesis. Em troca da união carnal com as mulheres, ele ensinou á humanidade as artes da guerra e da criação de armas. Às suas mulheres, Azazel ensinou os segredos dos cosméticos,(o que tanto lhes agradou), assim como lhes revelou os segredos da pratica da Magia Negra.
Belzebu é o tenente dos exércitos infernais, estando directamente sob a autoridade de Lúcifer, o imperador do Inferno. Belzebu é famoso pelo seu titulo: «Senhor das Moscas»; É o demônio que por excelência, proporciona os mais famosos e acertados oráculos. Ele preside à «Ordem da Mosca», e encontra-se entre os mais famosos anjos caídos. Dizem alguns Grimórios e estudos demonologistas, que Belzebu é uma das três entidades que constituem profana a trindade dos infernos, aquela que se opõem á santa trindade dos céus. A profana trindade seria assim constituída por Lucifer, Astaroth e Belzebu. A este ultimo é atribuído o pecado da gula, sendo que se diz que Belzebu habita em Africa. A eucaristia das missas negras, é realizada sob o selo de Belzebu. Reza a historia, que Belzebu foi o responsável pela famosa possessão demoníaca de uma freira de nome irmã «Madalena de Demandoix», no convento de Aix-en-Provece – França

Caim foi o patriarca do primeiro assassínato, o pai humano da primeira morte e por isso, foi condenado á vida eterna nos infernos na condição de espírito terrenal e impuro, ou demônio. Caim é referenciado na Ars Goetia, como um demônio favorecedor de disputas, assim como que concede ao homem o entendimento e influencia sobre as aves, os cães, ( entre outros animais), e as àguas. O demônio Caim também faculta saber oracular sobre o futuro. Caim nasceu da relação sexual que ocorreu entre Eva e Lúcifer, sendo esse o motivo pelo qual Deus o rejeitou, (Caim era um nefilim, ou seja: parte humano e parte angélico, fruto de uma relação carnal entre anjo e mulher, algo que Deus repudia e que inclusive foi o motivo do Dilúvio), assim induzindo-o à perdição. Caim foi por isso ( juntamente com Asmodeus, filho de Lilith e Adão), o primeiro primogénito da humanidade, que tal como o outro, acabou condenado á existência demoníaca .

Gênio, na verdade constitui uma categoria de espíritos, que são elementais quando se manifestam na natureza, ou atributivos quando se manifestam no ser humano.. Os gênios sao também atributivos, pois estão também associados a atributos espirituais, ou seja: manifestam-se no ser humano por via de certo tipo de qualidades como vícios, artes, etc. O termo pelo qual são conhecidos advêm do árabe Jhinn. A palavra Jinn significa invisibilidade ou isolamento, que é aquilo que melhor define os Jhinn: uma classe de espíritos á parte de toda a criação de Deus, um grau intermediário entre os humanos e os anjos. Porém ele é conhecido como demônio do fogo.
Incubus são uma classe demoníaca masculina que se alimenta das almas de mulheres que possui carnalmente durante o seu sono. Certas doutrinas demonologistas consideram que os Incubus são na verdade anjos que caíram em virtude do seu gosto pecaminoso pelo prazer da carnalidade. Situam por isso a queda original desse tipo de anjos, pela altura pré-diluviana relatada no Livro de Génesis e no apócrifo de Enoch. Por isso, alguns demonologistas relacionam os Incubus com os Nefilins, ao passo que outros afirmam que Sata, Azazel e os 200 anjos desertaram o Céu para se juntar sexualmente com as mulheres, são na verdade Incubus. Incubus são masculino e Succubus são femininos.

Leviatã é um tipo de demônio morfologicamente associado a terríveis e respeitáveis forças da natureza, um misto de bestialidade e força elemental. O demônio Leviatã surge no Livro de Job enquanto um monstro aquático, uma fusão entre a besta mais feroz, ( representativa assim de uma das formas da bestialidade), e a imponência do poder do mar ,( associado assim ao elemento da agua na sua mais feroz manifestação). Devido a Leviatã, conhecem-se alguns dos atributos animalescos do demônio: «a sua força reside nos rins e o seu vigor no musculo do ventre»

Lúcifer era um anjo de Luz que havendo-se rebelado contra o seu pai, gerou uma guerra celestial. Havendo-a perdido, Lúcifer e os todos os anjos que o apoiaram, ( cerca de 1/3 dos anjos dos céus), foram banidos da presença de Deus e exilados no mundo dos mortos, ou «Sheol». Lúcifer é também conhecido por ser o «portador da luz», pois é o anjo da sabedoria . Lúcifer tentou oferecer a sabedoria a Eva, dando-lhe a provar o fruto da arvore do conhecimento, ( conforme no livro de génesis), facto que acabou gerando a expulsão de Adão e Eva do paraíso. Algumas tradições místicas hebraicas afirmam que Caim é filho de Lúcifer e não de Adão, facto pelo qual Deus desgostava dele e o rejeitou, conduzindo-o ao homicídio de Abel. Afirmam também certas tradições místicas que foi contra Lúcifer que Jacob lutou, pois Lúcifer era o anjo guardião de Caim e confrontou Jacob, desejando vingar-se do seu protegido. Lúcifer pode facultar sabedoria sobre todos os mais profundos segredos místicos e do oculto, assim como pode conceder um dos 6 dons das trevas. Lucifer é também pai de Mammon, e possui 5 consortes, sendo que Lilith é a sua imperatriz.

Mammon é um demónio relacionado com a avareza, que igualmente é responsável pela concessão de riquezas. De acordo com algumas fontes demonológicas, Mammon é o filho do Diabo. Mammon é filho de Lucifer e Lilith, o fruto primogénito do casal que governa os infernos. Caim e Asmodeus são seus meios irmãos, uma vez que: - Caim nasceu da relação sexual entre Lúcifer e Eva, (é por isso um Nefilim, raça híbrida, fruto das relações entre anjos e mulheres humanas, uma casta odiada por Deus e que foi motivo do dilúvio), sendo irmão de Mammon por filiação do pai. - Asmodeus nasceu da relação entre Lilith e Adão, sendo que é por isso meio irmão de Mammon por filiação maternal. Mammon, Asmodeus e Caim constituem a trindade dos primeiros primogénitos.

Pazuzu é o demônio da pestilência, dos ventos infernais do sudeste. Pazuzu pode ser invocado para auxiliar á expulsão de outros espíritos nos exorcismos.

Samael é o demônio relacionado com a morte e esta também relacionado com os pecados da ira e da violência, ao passo que concede o poder da pratica da magia negra. Para alguns demonologistas, antes da sua queda, Samael era a mais alta entidade celestial no trono de Deus, e é na verdade o anjo da morte. Há quem afirme que Samael não é um anjo que haja sido banido por Deus, mas que antes de exilou por vontade própria.

O termo Satã advêm do hebraico, que significa «acusador», ou «adversário», ou «opositor». O termo em si, não se refere a nenhuma entidade nem é um nome em particular, mas antes um adjectivo qualificativo ou uma espécie de título, uma vez que todo aquele que seja um «opositor» ou «adversário» do Deus Javé é um «Satanás». As religiões monoteístas identificam Satã com a encarnação do mal, enquanto que em certos meios teológicos do oculto, ele é apenas uma entidade espiritual que se opõem á tirania do Deus Javé. Satã embora tenha sido um anjo criado por Deus, é tido como um dos anjos que se rebelou contra Deus. È comum o erro de confundir Satã com Lúcifer, embora ambos não sejam a mesma entidade: enquanto que Lúcifer é o filho de Deus, (por isso, o «portador da Luz»), que se rebelou contra o seu próprio Pai e desejou usurpar-lhe o trono celestial, ( tendo sido por isso exilado dos céus), Satanás é um anjo que simplesmente abandonou o reino dos céus. Enquanto que Lúcifer é um rebelde que se opõem a Deus, ( o seu Pai), e acabou exilado, Satã é um anjo desertor que de livre vontade abandonou o seu lugar no reino celestial. Satã fê-lo para descer á terra e amar as filhas dos homens, as belas mulheres que ele cobiçou para si mesmo. Ao abandonar o céu para se unir carnalmente ás mulheres, Satã fez-se acompanhar de seguidores, uma cerca três centenas de anjos que desceram á terra. Foi Satã, (e os seus seguidores), que num ato de rebeldia contra Deus, entregaram á Humanidade o saber sobre todas as ciências: astrologia, astronomia, física e química, os segredos da fabricação de metais, as leis, a magia, etc. Foi também da união entre Satã ,(e os seus anjos seguidores), com as mulheres, que nasceu a raça nefilim.

Urobach encontra-se mencionado na Ars Goetia e no Lemegeton. Urobach, é um demônio que pode se manifestar incorporando numa pessoa quando chamado. Este é um dos príncipes do inferno, que tem a capacidade de dar a saber sobre coisas passadas, presentes e futuras, ao mesmo tempo que pode conceder grandes honrarias.

Zagan é o demonio da falsificação ou da criação de falsidades que parecem ser reais. Este demônio é um dos presidentes das regiões infernais. O demônio Zagan é também capaz de conceder boa disposição e sentido de humor negro, ao mesmo tempo que tem a capacidade de transformar agua em vinho, e vinho em sangue.

Zepar é uma deidade da Guerra, um espirito infernal possuidor de trinta legiões de seres demoníacos sob sua autoridade. Este demônio pode seduzir as mulheres de forma irresistível, mas também as pode tornar estéreis.

SAMAEL/LÚCIFER (DEVAS)

Samael, também chamado pelo nome de Lúcifer, era o anjo mais respeitado das potestades celestiais e muito querido por Deus.
Ele era o Regente dos Anjos e participava no "Conselho com os Altíssimos" e também reinou “sobre a montanha sagrada de Deus”.

Samael era um ser magnífico, uma personalidade brilhante. Ele havia passado por toda a hierarquia dos seres cósmicos, desde uma simples Salamandra até chegar a ser o "Arcanjo que tudo sabe". Ele conhecia a origem de tudo e não aceitava mais servir ao mundo atômico. Ele não era um ser ascendente; ele era um Filho criado do universo local e dele foi dito: “Eras perfeito em todos os teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que a falta de retidão fosse encontrada em ti. O teu coração enalteceu-se por causa da tua beleza; tu corrompeste a tua sabedoria em vista do teu esplendor”.

Por sua condição ele fora considerado um DEVA.

Os devas são os anjos citados nas Escrituras Védicas. São enviados de Deus Supremo para auxiliar os homens. Muitas vezes eles vêm acompanhando o próprio Senhor Deus.

Os Devas são muito parecidos com os homens porém possuindo asas. Quando eles descem à terra com o Senhor, eles vêm entoando lindos cânticos.

Tinha conhecimento de toda fraqueza e fragilidade humana. Ao se rebelar fez uso desse conhecimento para se fortalecer e equiparar a Deus.